segunda-feira, 13 de junho de 2011

KLIKOT: a Rede Social que te paga por você fazer parte dela!

É fã de Orkut, Facebook e Twitter? Não pode ver uma nova rede social que já vai logo se cadastrando? Então se liga nessa aqui. A Klikot promete pagar os usuários que fizerem parte dela.

A receita é simples. A empresa divide os lucros de publicidade com os usuários, que são quem efetivamente produzem qualquer conteúdo dentro de uma rede social. Quanto mais conteúdo você produzir e quanto mais visitas tiver, mais dinheiro vai acumular na sua conta. E você também ganha participação nos lucros dos amigos que indicar. Portanto, chame logo toda a turma para participar com você! Tem gente que já acumulou quase 400 dólares, olha aqui. E se você está duvidando, é possível deixar um scrap diretamente para a pessoa em questão. Afinal, estamos em uma rede social, não é mesmo?

Tudo funciona de uma forma bem parecida com o Orkut ou Facebook. Tem álbum de fotos, espaço para deixar recados, comunidades, aplicativos… Quem já está acostumado com as outras não vai estranhar e muito menos ter problemas. A diferença é que você precisa ter uma conta no PayPal para receber a sua grana. Para se cadastrar no Klikot, acesse o link: http://www.klikot.com/pt/SignUp.aspx?advertiser_id=1545753

BOA SORTE!

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Voltas

Mais uma parceria com meu amigo Nêe...

Voltas
Nelson Francisco de Souza / Thiago Henrique Gonçalves


Dentre becos, trevos, avenidas e alamedas

É só teu rosto o que eu procuro ver

Os pés que me levam a ti se voltam contra mim

Vagueiam desenfreados, provocando o destino

De que eu
Sendo eu
Seja você

Perplexamente mudo

Deixo me levar pelo teu baile

Sinto teu leve respirar

Danço no ritmo do teu corpo

E o tempo por qual a espero
Só me concede um ofegar

Agora único

Estendido até um ponto sem retorno

Desajustado no meu limite

Permaneço sozinho, embriagado nos sentidos
De meus desejosos pensamentos


Sob as pedras que eu andar

Deixarei pegadas de pés que, já cansados,

Não encontram tua direção

E quando eu aprender sobre amor

O caminho pra tua vinda, não será mais tão indecifrável

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Insuficiente

Esse é um texto que fiz com um amigo que conheci na internet, Nêe, era pra tentarem musicá-la, criarem uma melodia para a letra, mas não conseguiram, bom, tá aí...


Insuficiente
Nelson Francisco de Souza / Thiago Henrique Gonçalves

Tarde da noite
Posso dar milhões de razões a seu favor
Eu posso andar no ar
Ir aonde você for


Invisivelmente perfeito até que
Indivisivelmente aos seus pés
Sem caminho a dizer
Quem precisa de outra confusão?
Poderíamos começar tudo de novo


Agora é tarde pra tentar mudar
Rezar pra quem não acredita
E nem a sorte pode te ajudar
Quando as cartas são marcadas
Prontas para o seu jogo de azar


Eu tento não dar ouvido às vozes
Mais uma vez, tento não ouvir alguém
Sei que não é o certo e mesmo assim
Não vai fazer com que;
Dessa vez chegue ao fim


Só que aquelas três palavras
São ditas muitas vezes
E elas não são o bastante
Não é o bastante dizer
Eu Amo você

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Tudo Que o Tempo Não Te Deu

Tudo Que o Tempo Não Te Deu

Pare neste momento.
Arrasto em pesares este pensamento
Que por seu transpor incessante, faz-se maciço pr’este corpo
Sustentado por pés que não creem nada que não sejam chãos,
Planos, lisos, sólidos...
Dado que minh’alma se encontra metade fora
Penando rogo-lhe: “Tempo. Pare agora!”

Há de viger minha vontade de ao menos 30 horas por dia
Que eu deixei o que importa pr’outra hora
Hora que nunca agora
Eis que na hora exata e marcada foi-se embora

Ai de mim se o tempo num ouvir
Ai de mim se não parar
Hei de no tempo esvair
Esvair pelo tempo a chorar

Thiago Henrique Gonçalves

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Templo Breve

Vislumbrante és
Frágil clarão
Sustentado estás,
Óh estado destituído de forma
Em tempo por sigilo, e segredo
Outrora pela covardia, pelo medo
Outrossim, és sábio, quando não em vão
Eis então o que a mim tu faz
Inunda-me de paz, ou de solidão
Aaah, chave prima para o sossego
Propriedade infinda da razão... ”Schiiii...”
Quando adentro teus condo...

_ "DROGA!!!"
Te quebro, e te escondo Silêncio
Que já se acaba a tinta de minha caneta!

Templo Breve, Silêncio - Thiago Henrique Gonçalves

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Verdade

Porém, acho que tenho um problema: viver as coisas antecipadamente, sofrer antecipadamente, entusiasmar-me antecipadamente, e acabar esquecendo o presente, onde tudo ocorre, a única verdade, na verdade, é o presente. E por isso não concordo com você no ponto em que disse que talvez não exista verdade. Acredite, ela existe, não importa se a vivenciamos, se a encontramos ou não, ela existe, assim como a morte é certa. A verdade é como a consciência, precisa ser encontrada, o modo em que nos encontramos não é a verdade ou a plena consciência, precisa ser investigada de forma imparcial. Concordo no ponto em que você disse que é complicado se "sentir" completo, não há mesmo como, podemos no máximo “achar” que somos completos, e quando chegamos ou chegarmos nesse estágio, serão necessárias mudanças, ou só nos restará a certeza que mais põe medo na maioria, a certeza da morte!

Thiago Henrique Gonçalves (Finim)

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

O Sexto Sentido

Tudo estava escapando
Eu pude ver
A pilastra estava caindo
Isso era como entrar em sono profundo
E eu estive por acordar de meu maior sonho
Quando um vento bate e tranca a porta de acesso ao mundo
Um cubículo apertado, escuro
Fechando meus braços para todos e tudo
Me tirando de mim, sentido a sentido
Quando não há mais nada, quando não há motivo
Cada tempo que passa, passa a ser tempo perdido
E seus olhos fechados, aceleram seus pensamentos
Não te deixam dormir
Não há noite, nem tarde
Início, meio ou fim
Quando seus sentimentos, não te traem
Não te deixam fingir
Seria mais fácil
Abrir os braços
Abrir os olhos
Um filamento de luz se acender
Com vontade de explodir
Liberando um sexto sentido
Criando vantagens de ter me perdido
Ter me calado
Atirando em mim estilhaços
Das melhores oportunidades
Fazendo voltar o que havia escapado, como boomerang
Ela era a pilastra
A pilastra caiu, e se fez ponte
Seria mais fácil
Minh'alma abrir os olhos
Apenas para ver
Que ao sonho
Me encontrava defronte
Pelo sexto sentido!
Pelo sexto sentido!

Thiago Henrique Gonçalves (Finim)